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FOTOGRAFIAS DAS IGREJAS DE LISBOA

T here was a time when Lisbon seemed to have more churches than Rome, including around 90 convents. The Catholic Church was Portugal's main land owner and the area around Chiado and Bairro Alto in the capital was often referred to as "Mini Rome" for its concentration of religious buildings.

The convents (for males and females) were a refuge for a large part of the population, allowing them to live in complete freedom, judging from the Inquisition files that reveal that concubinage and homosexuality were frequent (a recent archaeological find showing erotic images on a 17th-century ceramics bowl belonging to a former convent also confirms a not-so-pious ambience). Many women who entered the convents often became lovers of noblemen who were frequent visitors, including the king himself, inheriting fortunes. The number of children from these liaisons was so high that the king built a palace (the Palace of Palhavã which is now the Spanish embassy) for the bastard children.
The convents in Lisbon became quite wealthy and provided sumptuous lifestyles. Everyone was well fed, giving rise to most of the desserts and pastries created in town. In the late 17th century there was an attempt to "moralize" life in the convents, prohibiting contact or correspondence with the nuns. But the wealth continued with the hundreds of tons of gold that arrived from Brazil. Many of the church interiors were covered in gilt and baroque tiles, as can still be seen throughout the city.

Many of Lisbon's churches are almost always closed, opening only for weekly Mass, and in some cases, once a month. These are still exclusively places of worship and are not open to tourist visits. However, it is inevitable that this will change within the next decade, judging by the advanced age of those who still attend the services. Many of these churches will have to open as cultural attractions or risk complete abandonment and neglect, resulting in the loss of important cultural heritage.

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H ouve tempo em que Lisboa parecia ter mais igrejas do que Roma, incluindo cerca de 90 conventos. A Igreja Católica era a principal proprietária de terreno em Portugal, e as zonas do Chiado e Bairro Alto na capital chegaram a ser chamadas de "Mini Roma" pela concentração de edifícios religiosos.

Os conventos (masculinos e femininos) serviam de refúgio para grande parte da sociedade, que podia residir ali em total liberdade, julgando pelos processos da Inquisição que revelam que concubinato e homossexualidade eram frequentes (um recente achado arqueológico confirma um ambiente nem sempre religioso -- imagens eróticas numa taça de cerâmica do século XVII escondida num convento). As mulheres que entravam nos conventos tornavam-se muitas vezes amantes dos senhores da alta sociedade que eram assíduos visitantes, e muitas vezes do próprio rei, herdando fortunas. O número de filhos resultantes destas relações era tão elevado que o rei mandou construir um palácio, o de Palhavã (hoje embaixada de Espanha), para as suas crianças bastardas.
Os conventos tornaram-se riquíssimos e proporcionavam vidas sumptuosas. Comia-se do melhor, dando origem a grande parte das sobremesas e doces da cidade. Nos finais do século XVII houve uma tentativa de "moralização" da vida nos conventos lisboetas, proibindo contacto ou troca de correspondência com religiosas. No entanto, com as centenas de toneladas de ouro que chegavam do Brasil, os interiores das igrejas tornaram-se cada vez mais ricos. Muitos deles foram forrados com talha dourada e azulejos barrocos, como ainda se pode verificar pela cidade.

Muitas das igrejas de Lisboa encontram-se quase sempre fechadas, abrindo apenas para missa semanal, e em alguns casos, uma vez ao mês. Estes ainda são exclusivamente espaços de culto, não estando abertos a visitas turísticas. No entanto, é inevitável que isso mude dentro da próxima década, julgando pelas idades avançadas de quem ainda assiste à missa. Muitas das igrejas terão de passar a abrir como atrações culturais ou riscarão cair no abandono, perdendo-se assim uma parte importante do património nacional.

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Basílica da Estrela

Basílica dos Mártires

Capela do Paço da Bemposta

Igreja da Conceição Velha

Igreja de Santo António

Igreja da Pena

Igreja da Nossa Senhora da Oliveira

Igreja da Nossa Senhora da Saúde

Convento dos Cardaes

Igreja da Boa-Hora

Igreja da Encarnação

Igreja da Graça

Igreja de São João da Praça

Igreja de Santo Estevão

Igreja de São Miguel

Igreja de São Sebastião da Pedreira

Igreja do Menino de Deus

Igreja dos Anjos

Igreja de São Vicente de Fora

Sé de Lisboa

Igreja do Convento da Encarnação

Igreja de Santa Catarina

Igreja de São Paulo

Igreja do Loreto

Igreja de São Roque

Igreja de São Cristóvão

Igreja de São Domingos

Igreja de São Nicolau

Mosteiro dos Jerónimos

Igreja do Sacramento

Panteão Nacional

Igreja da Memória

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