WHO WANTS TO BE VISIONARY? – REIMAGINING LISBON
QUEM QUER SER VISIONÁRIO? – LISBOA RE-IMAGINADA
A positive future for Lisbon will come from its own culture as inspiration. Economic adversity can actually make the city a hotbed of creativity, turning it into a dynamic new place with a style of its own.
We’re playing the role of visionaries and imagining a Lisbon that doesn’t exist but that could very well come true through private and public initiatives. Some ideas may seem rather utopian at the moment, but others are quite possible with the right people and vision.
Do you have your own great idea for Lisbon? Let us know by leaving your comment below.
Um melhor futuro para Lisboa surgirá da inspiração na sua própria cultura. Uma fraca situação económica pode ser uma oportunidade para fazer da cidade um novo centro de criatividade, tornando-a mais dinâmica e com um estilo próprio.
Tomámos o papel de visionários e aqui imaginamos uma Lisboa que não existe mas que poderia muito bem tornar-se realidade através de iniciativas públicas e privadas. Algumas idéias podem parecer um pouco utópicas neste momento, mas outras são bem possíveis com as pessoas e visão certas.
Tem uma grande idéia para Lisboa? Deixe o seu comentário abaixo.

PRAÇA DA FIGUEIRA
A MARKET BACK TO PRAÇA DA FIGUEIRA
Until the 1950s, Praça da Figueira was home to the city’s most central market. After its demolition, the square become a mostly-empty open space for pigeons and more recently for skaters. We now want a new market for Praça da Figueira, something like Rome’s Campo dei Fiori in the sense that it would be an open-air market, but offering something different. We see it as a showcase for the best products of the city and the country, mostly gourmet specialties and wines. This square is the terminal for tram 15, with thousands of tourists passing by every week, so the market is guaranteed to always have curious customers, especially when it also does have cafés and a view of the castle. Locals and tourists alike would be able to see show cooking, sample Portuguese cheeses, chocolates and drinks among other products, and enjoy a cultural and social experience that would also keep small and big local producers in business.
O MERCADO DE VOLTA À PRAÇA DA FIGUEIRA
Até à década de 1950, a Praça da Figueira teve o mercado mais central da cidade. Depois da sua demolição, a praça tornou-se um espaço vazio ocupado sobretudo por pombos e mais recentemente por jovens skaters. Queremos ver o mercado regressar, desta vez mais parecido com o de Campo dei Fiori em Roma, ou seja, um mercado ao ar livre. Mas seria um mercado diferente, funcionando como uma montra dos melhores produtos locais e nacionais, especialmente vinhos e produtos gourmet. A praça é o terminal do elétrico 15, tendo milhares de turistas a passar todas as semanas. Clientes curiosos estão por isso garantidos, sobretudo quando já são atraidos pelas esplanadas e pela vista do castelo. Lisboetas e turistas também teriam a oportunidade de assistir a “show cooking,” provar queijos, chocolates, vinhos e outras especialidades, desfrutando assim de uma experiência cultural e social que também manteria pequenos e grandes produtores nacionais em atividade.

RUA AUGUSTA
RUA AUGUSTA (RE)DESIGN(ED)
At one end of Rua Augusta is the MuDe Design Museum and on the other is the Internacional Design Hotel, but in between are the typical high street retailers and tourist restaurants that could use some style and refinement. We’d like to see all business owners agree on collaborating with locals artists who’d create artistic window displays that would change regularly. Not only would this attract attention to the shops and bring potential new customers, but would also make Rua Augusta Lisbon’s most creative street, dedicated to style and design. And while street performers already add some life to it, we’d like to see urban furniture and public art by Portuguese designers placed on this street between Rossio Square and the triumphal arch, in a way as an open-air gallery previewing the creativity found inside MuDe. Finally, we’d also like to see shop entrances given uniform awnings and signage as a way to regulate and avoid the plastic/tourist kitsch that occasionally invades many of the façades.
RUA AUGUSTA REDESENHADA
Num lado da Rua Augusta está o MuDe (Museu do Design) e no outro o Internacional Design Hotel. Pelo meio, no entanto, estão as típicas cadeias de lojas internacionais e restaurantes turísticos que beneficiariam de um pouco mais de estilo e de requinte. Gostaríamos de ver os proprietários concordar com a colaboração de designers locais para “montras artísticas” que mudariam regularmente. Isso não só atraíria mais clientes, mas também transformaria a Rua Augusta na mais artística da cidade, dedicada à criatividade e ao design. Os habituais artistas de rua já dão um pouco de animação, mas queremos mais, como mobiliário urbano e arte pública de artistas portugueses colocado entre o Rossio e o arco triunfal, de certa forma como uma galeria ao ar livre antecedente a toda a criatividade que depois se encontra no MuDe.
Os toldos e letreiros das lojas também deveriam ser uniformizados, regulando e evitando assim o plástico/kitsch turístico que tem invadido muitas das fachadas, e dando algum brio à rua mais movimentada da cidade.
DOWNTOWN ON MAPS
When Marquês de Pombal redesigned downtown Lisbon after the 1755 earthquake, he envisioned what today would be called an outdoor shopping mall. While modern malls elsewhere in the city have stolen most of downtown’s business, it’s now time to make Baixa the big shopping center of Lisbon once again. One of the first steps is to manage it like an actual mall, placing maps around the grid of streets listing the shops and services available in the neighborhood. This is an area with wide, flat streets very easy to walk around, and with plenty of transportation (metro and bus) and parking options. These maps would also indicate the several car parks that do exist but that many seem to forget (there’s one in almost every square: in Praça da Figueira, Praça do Município, Restauradores, Largo do Camões, Calçada do Combro, and by Largo do Carmo).
One of the world’s most famous “outdoor shopping malls” is the pedestrianized Lincoln Road in Miami and it does include maps/shopping directories down the street.
MAPAS NA BAIXA
Quando o Marquês de Pombal redesenhou a Baixa depois do terramoto de 1755, imaginou que se tornaria o que hoje seria um “centro comercial a céu aberto”. Os centros comerciais modernos localizados longe do centro da cidade roubaram a maioria dos clientes da Baixa mas chegou a altura de fazê-la novamente o grande centro comercial de Lisboa. Um dos primeiros passos seria geri-la mesmo como um centro comercial, colocando mapas pelas ruas indicando a localização das lojas e serviços disponíveis na zona. As ruas largas e planas convidam a andar a pé e existem vários acessos de transporte público (metro e autocarro) assim como vários parques de estacionamento. Os mapas também indicariam esses parques, pois muitos lisboetas parecem desconhecer ou esquecer a sua existência (encontram-se em quase todas as praças: na Praça da Figueira, Praça do Município, Restauradores, Largo do Camões, Calçada do Combro, e junto ao Largo do Carmo).
Um dos “centros comerciais ao ar livre” mais famosos do mundo é a Lincoln Road em Miami e é um exemplo na colocação de mapas/diretórios de lojas na rua.
A SHOPPING TRAM IN BAIXA
This isn’t likely to happen any time soon or ever, considering that tram lines are disappearing, but we’d love to see a special “shopping tram” circulate through the streets of Baixa as a way to take shoppers around the neighborhood. This way, rain or shine, it would turn shopping in Baixa into one of the most fun and attractive social and tourist experiences in the city. It would certainly help rejuvenate the area, by not only attracting more customers but also new businesses and investors.
O ELÉTRICO DAS COMPRAS NA BAIXA
É pouco provável ou até mesmo impossível que isto venha a acontecer, agora que linhas de elétrico estão a desaparecer, mas gostariamos de ver um “elétrico das compras” a circular pelas ruas da Baixa, transportando potenciais clientes pelo bairro. Assim, faça chuva ou faça sol, fazer compras na Baixa seria uma das experiências sociais e turísticas mais divertidas e atraentes da cidade. Certamente ajudaria a rejuvenescer o comércio local, não só atraindo mais clientes mas também novos empreendedores e investidores.

ALFAMA
ALFAMA BACK TO ITS ROOTS
If it’s possible in medieval villages and old city centers like Óbidos, Monsaraz and Guimarães, it’s also possible in Alfama. Lisbon’s “medieval village” maintains the layout and soul of the past, but modern-life conveniences have ruined part of its charm. Cables, antennas and satellite dishes proliferate in the neighborhood, and as it’s happened in historic villages around the country, it’s time to make an effort to find more appropriate space for them, hidden from view. Alfama is one of Lisbon’s most emblematic and most-visited tourist areas, and its authenticity is a great value to the city. It should not lose its roots and atmosphere as a medieval neighborhood, and should re-emphasize its cultural traditions, such as the tile panels or the placement of its iconic basil plants out the windows and doors. A greener, more colorful and cleaner Alfama is invaluable to the future of Lisbon.
ALFAMA REGRESSA ÀS SUAS ORIGENS
Se é possível em vilas medievais e em centros históricos como Óbidos, Monsaraz e Guimarães, também é possível em Alfama. A “vila medieval” de Lisboa mantém o desenho e a alma do passado, mas as conveniências da vida moderna tem diminuído parte do seu encanto. Cabos e antenas proliferam no bairro, mas como aconteceu em muitas aldeias históricas pelo país, está na hora de fazer um esforço para encontrar espaço mais apropriado para estes componentes dissonantes, retirando-os de vista. Alfama é o bairro mais emblemático e um dos mais visitados em Lisboa pelos turistas, e a sua autenticidade é imprescindível para a cidade. As suas raízes e ambiente de bairro medieval devem ser preservados, e deve-se reforçar as suas tradições, desde os painéis de azulejos à colocação dos manjericos nas janelas e portas. Uma Alfama mais florida, mais colorida e mais limpa é indispensável para o futuro de Lisboa.
THE CREATION OF LISBON “RIADS”
The city of Marrakech was able to transform many of the crumbling houses of its medina (“riads”) into small boutique hotels, renovating much of the area in the process. This also resulted in the development of a “Moroccan style” which helped attract a more sophisticated and culture-conscious tourist and turned Marrakech into a hip destination. We want to see something similar happen to Lisbon’s own “medina,” the Alfama. The best way to renovate the charming-but-crumbling properties is to turn them into smart short-term accommodation, and there are countless buildings with wonderful views, patios, dazzling tiles and stucco decoration waiting for the right investors. Such accommodation already exists in the neighborhood and they’re perfect examples — the Palacete Chafariz D’el Rei and Palácio Belmonte. But as seen in Marrakech, the more the better, and Alfama could become a destination in itself, attracting travelers just for its signature stylish accommodation.
A CRIAÇÃO DE “RIADS” LISBOETAS
A cidade de Marraquexe foi capaz de transformar muitas das casas degradadas da sua medina (“riads”) em pequenos hotéis de charme, resultando na renovação de grande parte da zona. Isso também desenvolveu um “estilo marroquino” que ajudou a atrair um tipo de turista mais sofisticado e consciente, tornando a cidade num destindo da moda. Queremos ver algo semelhante acontecer na “medina” lisboeta, Alfama. A melhor maneira de renovar os edifícios degradados é transformá-los em alojamento original de curta duração, e existem vários imóveis com vistas maravilhosas, pátios, belos painéis de azulejos e estuques à espera dos investidores certos. Já existem no bairro alguns casos exemplares — o Palacete Chafariz D’el Rei e o Palácio Belmonte. No entando, tal como aconteceu em Marraquexe, quanto mais melhor, e Alfama poderia certamente tornar-se um destino único só pelo seu alojamente original e de qualidade.

CAIS DO SODRÉ
VINTAGE CAIS DO SODRÉ
Now that the red light district of Cais do Sodré is becoming a new mecca for alternative bars and music clubs, it’s time to plan its future growth. The new hotspots have been smart in keeping the retro/naughty atmosphere of the neighborhood, and we envision a new “vintage district.” Praça de São Paulo would be the center of it all, becoming home to vintage fashion boutiques, antique shops and cozy cafés. That’s the best way to give new life to this most perfect of all Pombaline squares, now much neglected as a home to the homeless and paupers. Perhaps the upcoming renovation of Ribeira Market nearby will help in making investors realize that this is prime real estate with real character and potential.
CAIS DO SODRÉ VINTAGE
Agora que o Cais do Sodré tornou-se uma meca de clubes e bares alternativos, há que planear o seu futuro. Os novos espaços têm inteligentemente sabido manter o ambiente “retro” do bairro, e nós imaginamos um novo “bairro vintage”. A Praça de São Paulo seria o centro, atraindo lojas de roupa vintage, antiquários e cafés acolhedores. Esta é a melhor maneira de fazer rejuvenescer a mais pombalina das praças que neste momento se encontra muito degradada como poiso dos sem-abrigo e indigentes. Talvez a renovação do Mercado da Ribeira ali perto ajudará a fazer os investidores perceber que este é um espaço com características muito especiais e com grande potencial.

MUSEU DE MARINHA
A CARAVEL ON THE TAGUS
Venice has its gondolas, Porto has its Rabelo boats, and Lisbon has its caravels. Or it should have. These 15th-century sailing ships, much used in the Portuguese and Spanish voyages of discovery, were mostly built in Lisbon, on the waterfront called Ribeira das Naus by today’s Praça do Comércio. A replica of a caravel should be docked by the city’s grandest square and open as a tourist attraction. It would be a “floating museum,” showing how the explorers lived at sea and how they carried all the Eastern goods so desired by Europe.
A similar project already exists in Madeira, where a replica of a 15th-century caravel is used for trips around the coast, but in Lisbon it should mostly be an iconic presence on the Tagus.
A CARAVELA NO TEJO
Veneza tem as suas gôndolas, o Porto tem os barcos Rabelo, e Lisboa tem as suas caravelas. Ou deveria ter. Estas naus do século XV, muito usadas nas viagens dos descobrimentos portugueses e espanhois, eram construídas em Lisboa na Ribeira das Naus junto à Praça do Comércio de hoje. Uma réplica de uma caravela deveria ser instalada na zona ribeirinha perto da mais grandiosa praça da cidade como uma grande atração turística. Seria um “museu flutuante”, mostrando como os navegafores portugueses viviam no mar e como transportavam os “tesouros” orientais tão desejados pela Europa.
Um projeto semelhante já existe na Madeira, onde uma réplica de uma caravela do século XV é usada em passeios pela ilha, mas em Lisboa deveria ser sobretudo uma presença icónica no Tejo.
THE DISCOVERIES MUSEUM
Complementing the caravel on the Tagus, we’d like to have a museum explaining the European Age of Discovery pioneered by Lisbon. It would show how the world changed and became globalized for better and for worse, and how Lisbon was the natural starting point for that. Such a museum has actually been planned and announced several times, but the project never seems to go ahead. In the meantime, those interested in the Age of Discovery will have to visit the Ancient Art Museum, the Orient Museum and the Maritime Museum, three institutions that could certainly donate a few pieces of their collections to a future museum which would also make use of multimedia displays.
O MUSEU DOS DESCOBRIMENTOS
Complementando a caravela no Tejo, gostaríamos de ter um museu dedicado à época dos descobrimentos europeus em que Lisboa foi pioneira. Mostraria como o mundo mudou e se tornou globalizado, e como Lisboa foi o ponto de partida natural para esse processo. Tal museu já foi planeado e anunciado várias vezes, mas o projeto parece nunca avançar. Neste momento, os interessados na história dos descobrimentos terão de visitar o Museu de Arte Antiga, o Museu do Oriente e o Museu de Marinha, três instituições que certamente poderiam doar algumas peças das suas coleções ao futuro museu que também faria uso de dispositivos multimédia.
THE LUSITANO HORSE IN BELÉM
It’s also been planned several times, but we’d really like to finally see the equestrian activities of Lusitano horses in Lisbon. Ideally they’d return to their original space, the Royal Riding School, or to the gardens of Belém. The Lusitano is a Portuguese breed known for its elegance which has led to its appearance in film productions such as “The Lord of the Rings.” The ceremonies and costumes related to this breed date back to the 18th century, making them unique in the equestrian world.
Equestrian shows are held regularly at Queluz Palace, but could certainly become one of the great attractions of the capital.
O CAVALO LUSITANO EM BELÉM
Também já foi planeado várias vezes, mas gostariamos mesmo de ver animação de arte equestre ligada ao cavalo Lusitano em Lisboa. O ideal seria regressar ao seu espaço original, o Picadeiro Real, ou aos jardins de Belém. O cavalo Lusitano é uma raça portuguesa conhecida pela sua elegância, tendo sido escolhida para figurar em produções cinematográficas como “O Senhor dos Anéis.” Os trajes e toda a tradição ligada a esta raça mantém-se desde o século XVIII, constituindo um património cultural equestre único no mundo.
Espetáculos equestres realizam-se regularmente no Palácio de Queluz, mas poderão com certeza tornar-se uma das grandes atrações da capital.

AVENIDA DA LIBERDADE
A FREER AVENIDA DA LIBERDADE
It’s a fact that most people in Lisbon have suburban habits when it comes to shopping, preferring big American-style malls and traveling by car. They’d probably park inside the stores if that was possible, including in Avenida da Liberdade, the “promenade.” This doesn’t happen in most other major luxury avenues around the world such as 5th Avenue in New York, the Champs-Élysées in Paris or Via dei Condotti in Rome which don’t allow parking. The transformation into a more luxurious and lively Avenida da Liberdade should be through the expansion of the sidewalks and elimination of traffic lanes on the sides. There would be no need for new underground car parks if two of the central lanes were also closed to traffic and became parking spots for residents.
Now that there are pavement cafés down the avenue, its real luxury is the possibility of enjoying the outdoors in the city center, within walking distance of Baixa and Chiado. It’s imperative to make it cleaner, more environmentally friendly, and more inviting.
AVENIDA DA LIBERDADE MAIS LIVRE
É certo que a maioria dos lisboetas têm hábitos suburbanos no que diz respeito às compras, preferindo centros comerciais à americana e o transporte individual. Só não estacionam o carro dentro das lojas porque isso não é possível, incluindo na Avenida da Liberdade, o “passeio público.” Isso não acontece na maioria das grandes avenidas de luxo do mundo, como a Quinta Avenida em Nova Iorque, a Champs-Élysées em Paris ou a Via dei Condotti em Roma, que não permitem sequer estacionamento à porta. A transformação da Avenida da Liberdade numa verdadeira avenida luxuosa e animada passa pelo alargamento dos passeios e eliminação das faixas laterais de circulação automóvel. Para estacionamento não seria sequer preciso construir parques subterrâneos, bastando eliminar duas das faixas centrais de trânsito especialmente para o estacionamento de moradores.
Agora que já existem quiosques/esplanadas espalhadas pelos passeios, o verdadeiro luxo da avenida é a possibilidade de se desfrutar do ar livre no centro da cidade, a passos da Baixa e do Chiado, e é necessário torná-la mais limpa, mais amiga do ambiente e mais convidativa.
LINK: http://www.lisbonlux.com/magazine/who-wants-to-be-visionary-reimagining-lisbon/
I love these ideas for injecting life and soul into downtown Lisbon. Brilliant post! The only thing that made me think hmm, maybe not, was the uniform signs for shops in the Baixa. One of the things I appreciate about Lisbon, and other European cities, is the individuality of the shops. Yes, chain stores exist but alongside them are smaller, family-owned shops that have been there for donkey’s years. They may be in need of a bit of help with window dressing but shouldn’t lose their identity.
Eu acrescentaria um quiosque como o que se encontra no Largo do Camões na Praça do Município. É uma bela praça com um grande espaço em calçada portuguesa onde bate o sol, e seria um local agradável para se estar, com o Chiado mesmo ali ao lado ao subir a Rua Nova do Almada.
Ulysses, concordo totalmente com a ideia…já pensei no mesmo muitas vezes e já agora porque não no largo da rua do século? Um local simplesmente fantástico…
Belo texto!
Defendo há muito tempo a recuperação de um mercado para a Praça da Figueira (a la mercado de S. Miguel em Madrid) onde poderiamos ter culinária de todo o mundo, aproveitando todo o mosaico cultural que existe no Martim Moniz (e requalificando também aquela zona).
A ideia do Museu das Descobertas é também fundamental, é incrivel como não tiramos partido da nossa era mais marcante, seria algo verdadeiro único no mundo.
Parabéns pelo blog, pela divulgação das cidades portuguesas com textos muito apelativos e pelas óptimas ideias para tornar Lisboa uma cidade apetecível pelo mundo inteiro. Acho o museu dos Descobrimentos uma ideia muito marcante mas já foi falada tantas vezes e sem resultado prático. É uma pena que não se veja uma política de renovação das velhas casas de Lisboa como existe em Praga, Varsóvia ou outras cidades europeias. O navio D. Fernando e Glória deveria estar perto da Praça do Comércio. Se dizemos que somos um povo de marinheiros, onde estão os navios que possam ser visitados? Era bom que os nossos governantes olhassem para estas ideias e aproveitassem todo o potencial da cidade.