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D owntown Lisbon is an 18th-century district, completely rebuilt after the 1755 earthquake which had destroyed most of it. It was Europe's worst-recorded earthquake but it also led to the continent's first neoclassical urban planning with the world's first large-scale earthquake-proof construction.
Its grid was given precise geometric specifications and each street was named after different trades (shoes, gilding, saddlery, gold, and silver).
In the 20th century most of the buildings were taken over by banks and offices, deserting the area of residents and nightlife, and with the city expanding up the Avenidas Novas many are now abandoned or under complicated renovations. Still, the neighborhood oozes atmosphere with stuck-in-a-time-warp shops, Art Nouveau signs, kitschy souvenirs, old men yelling out lottery ticket numbers to sell, African immigrants hanging by Rossio, young skate-boarders in Praça da Figueira, flower vendors, street performers, peddlers, shoe shiners, and glimpses of the river...
Some of the streets are pedestrianized and connect a number of monumental neoclassic squares, from Praça dos Restauradores to Rossio and its cafés, to the riverfront Praça do Comércio overlooked by a triumphal arch, to the attractive Praça do Município.
At the moment there are ambitious renovation plans for the entire district, the biggest since the 18th century reconstruction, in an effort to have it recognized as a World Heritage Site.
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A Baixa de Lisboa foi completamente reconstruída no século XVIII depois da sua destruição pelo terramoto de 1755. Esse foi o pior terramoto jamais registado na Europa mas levou ao primeiro planeamento urbano neoclássico e à primeira construção antisísmica em grande escala no mundo.
À zona foram dadas ruas com formas e medidas muito específicas e os nomes dos vários ofícios e artesãos da época (sapateiros, douradores, correeiros, do ouro e da prata).
No século XX muitos dos seus edifícios foram ocupados por bancos e escritórios, empurrando residentes para as Avenidas Novas, e eventualmente deixando a zona sem vida à noite, com vários prédios ao abandono. No entanto, o bairro ainda possui um ambiente muito próprio, composto por lojas antigas, detalhes Art Nouveau, kitsch turístico, cauteleiros a oferecerem a sorte grande, a comunidade africana à conversa no Rossio, skaters à volta da Praça da Figueira, floristas, artistas de rua, pedintes, engraxadores de sapatos e vistas para o rio...
Algumas das ruas são fechadas ao trânsito e juntam um conjunto de praças monumentais, da Praça dos Restauradores ao Rossio e os seus cafés, à Praça do Comércio em frente ao rio e com o seu arco triunfal, à elegante Praça do Município.
Atualmente existem vários planos ambiciosos para a maior reabilitação da zona desde a reconstrução pombalina do século XVIII, permitindo assim o reconhecimento como Património Mundial.
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