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A ccording to the European Safety Observatory, Lisbon is the safest European capital together with Helsinki. That statistic is based on the percentage of people who have been victims of a crime in the previous five years. Although random violent crime is almost non-existent in Lisbon (it's the European capital with the lowest homicide rate according to a Eurostat report released in early 2012), pickpocketing is quite common in the city's trams, especially the ones popular with tourists (numbers 28 and 15). Recently there has also been an increase in purse snatching so common sense precautions are advised.
Many visitors may get a false sense of insecurity in the city's oldest neighborhoods. Rundown buildings, graffitied walls and paupers lying around may give you a cliché idea of unsafe territory, but that's not the case and with common sense you won't run into any trouble.
The most serious crimes reported are purse-snatching and car break-ins so don't leave anything of value inside your car if you rent one.
To avoid pickpocketing, don't place your wallet in your back pocket or backpack. Keep your valuables where you can see them or cover your wallet with your hand.
You WILL be offered drugs in Lisbon. Gypsies, usually wearing warm suits even in summer, first approach you with sunglasses and then offer you hashish. They're usually seen down Rua Augusta, Praça do Comércio and Rossio, and local authorities are very well aware of them. They've been "in business" for years but don't end up in prison because what they're selling is actually not hashish but dry bay leaves. That means that even if you feel tempted to buy, it's not the real thing.
The use of soft drugs such as marijuana has been decriminalized in Portugal. Dealing is still illegal but if caught with a small amount you're seen as a patient and not as a criminal. You're sent to a clinic and not to jail, but don't expect to find an Amsterdam-type of environment. At night by the bars in Bairro Alto however, it can be quite easy to get your drug of choice from a couple of young guys who may offer you on the street. Just say no.
Not dangerous but quite annoying can be the constant approach of Romanian Gypsies as you sit outside the cafés. They usually try to sell you adhesive bandages in a language that sounds like a combination of Spanish, Portuguese and Italian. You can use any language to make yourself understood -- that is, a couple of strong no's for them to go away.
Something quite dangerous in Lisbon are the city's cobblestone pavements. They may be beautiful to look at, but are quite slippery when wet, or at any time if you're a woman wearing heels. So flat comfortable shoes are recommended. They also reflect back the sun which can be blinding, so don't forget your sunglasses.
The areas to avoid are Avenida Almirante Reis and the streets that cross it, or the neighborhoods of Intendente and Anjos, the city's "red light districts." That avenue and neighborhood lead to Martim Moniz, a square which is also best avoided at night, although this is a popular area known as the city's "ethnictown" where African and Asian immigrants have their shops selling some appealing food products. It is also a terminal of the popular "tourist tram 28" so many tourists end up passing by during the day.
The emergency phone number is the same as in most other European countries -- 112. However, if you need to report any problem, head to the tourist police in Restauradores Square.
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S egundo o European Safety Observatory, Lisboa é a capital mais segura da Europa, juntamente com Helsínquia. A conclusão é baseada na percentagem da população que foi vítima de um crime nos últimos cinco anos.
Embora o crime violento seja uma raridade em Lisboa (tem o menor número de homicídios por ano na Europa, de acordo com um relatório da Eurostat divulgado em 2012), roubos por carteiristas são bastante frequentes nos eléctricos da cidade, sobretudo nos mais usados pelos turistas (o 28 e o 15). Recentemente também tem havido um aumento de roubos por esticão por isso aconselham-se as devidas precauções.
Muitos dos que visitam a cidade podem ficar com uma falsa sensação de insegurança nos bairros mais antigos. Com edifícios degradados, paredes grafitada e mendigos pelo chão, estes bairros têm uma imagem geralmente associada a zonas inseguras, mas esse não é o caso aqui e com senso comum não se encontra qualquer problema.
A maior parte das queixas de crimes mais graves são assaltos por esticão e assaltos a automóveis estacionados, por isso não deixe nada de valor dentro do seu veículo.
Para não ser vítima dos carteiristas, não coloque a sua carteira no bolso de trás ou na mochila enquanto viaja em transportes públicos. Mantenha-se alerta e cubra a carteira com a mão.
Ser abordado com uma oferta de drogas é inevitável em Lisboa. Ciganos já bem conhecidos na Baixa e normalmente vestidos de fato mesmo no verão, aproximam-se com óculos escuros mas também oferecem "haxixe." Eles encontram-se geralmente na Rua Augusta, na Praça do Comércio e no Rossio, e a polícia tem conhecimento da situação. No entanto, este "negócio" já dura há vários anos, e as autoridades nada podem fazer, pois o que vendem não é realmente haxixe mas sim folhas de louro queimado. Isso significa que mesmo os que procuram haxixe, não é aqui que encontram.
As chamadas "drogas leves" foram descriminalizadas em Portugal. O tráfico ainda é ilegal, mas quem for apanhado com pequenas doses para uso pessoal é visto como um doente e não como um criminoso. O próximo destino seria uma clínica e não a cadeia, mas não espere encontrar em Lisboa um ambiente ao estilo de Amesterdão. No entanto, à noite junto aos bares do Bairro Alto é bastante fácil encontrar jovens a oferecer as drogas típicas da noite. Basta recusar a oferta.
Algo irritante mas não perigoso é a constante abordagem por pedintes nas esplanadas. Costumam ser romenas a vender pensos numa mistura de espanhol, português e italiano, e é muitas vezes preciso repetir "não" para ser finalmente deixado em paz.
Algo muito perigoso em Lisboa são as calçadas. São muito bonitas mas muito escorregadias quando molhadas, ou a qualquer momento para uma mulher usando saltos altos. É por isso recomendado o uso de sapatos rasos e confortáveis. As calçadas também refletem os raios do sol, por isso não se esqueça dos seus óculos escuros.
As zonas a evitar são a Avenida Almirante Reis, passando pelo Intendente e Anjos, zonas conhecidas pelos toxicodependentes e prostituição.
A Almirante Reis leva ao Largo do Martim Moniz, que também é melhor evitado à noite, embora esta seja uma zona muito procurada pelas lojas das várias etnias que habitam na zona, sobretudo imigrantes africanos e asiáticos. Aqui é também onde terminam e começam as viagens do eléctrico 28, atraindo por isso muitos turistas durante o dia.
O número de telefone para emergências em Portugal é o mesmo que na maioria dos outros países europeus, o 112. No entanto, qualquer assunto menos urgente pode ser tratado na esquadra de turismo na Praça dos Restauradores.
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